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H I G I E N I Z A Ç Ã O
Mesmo sendo velho conhecido, o higienismo é ignorado na sociedade exceto quando alguns corajosos como o Padre Lancelotti vêm denunciar os representantes de tal política. Vejam notícias sobre a atuação da prefeitura junto a moradores de rua: aqui e sua conclusão aqui.
Abaixo, um exemplo do pensamento do nosso excelentíssimo alcaide
Folha de São Paulo, sábado, 24 de setembro de 2005 ARQUITETURA DA EXCLUSÃOPrefeito afirma que na passagem subterrânea da avenida Paulista há "ameaças à vida, drogas" É bobagem ligar obra a higienismo, diz Serra (clique para ler a notícia completa) DA REPORTAGEM LOCAL trecho: (O prefeito José Serra (PSDB-SP) considera "uma bobagem completa" afirmar que a colocação de rampas na passagem da Paulista seja uma medida higienista. "Há ameaças à vida lá, drogas, tudo o mais. Tem gente que está confundindo limpeza, tirar lixo, limpar a cidade, combater outdoors despudorados e tudo o mais com [medida] higienista.")
Essas posturas estão mais para emporcalhismo do que outra coisa. Quem esconde a "sujeira" pra debaixo do tapete pode ser considerado limpo?
Escrito por arquiteto às 04h56
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Prática Política do Projeto
Não sei quanto à todos aqui mas entendo como uma estratégia muito interessante não apenas para nós arquitetos. Chegamos perto já.
Vejam aqui a consciente entrevista de Marcelo Ferraz.
Escrito por arquiteto às 16h26
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C A L Ç A D Õ E S
Manchete: Administração: Serra estuda abrir calçadões para carros Folha de S.Paulo - Cotidiano - 28/01/2005 Veja a notícia aqui
Só faltava essa agora. Mal chega à administração da cidade de São Paulo e já começa a andar pra trás?!?! Não é possível que o automóvel ainda continue sendo tão privilegiado. Não pensam em bolsões de estacionamento? Transporte coletivo de baixo impacto? Basta olhar a Rua Sta. Ifigênia onde o pedestre é quase obrigado a andar pela via do automóvel sambando entre os carros.
Escrito por arquiteto às 16h22
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B A M B Ú
Para marcar a importância deste material para nós arquitetos, posto aqui imagens de uma matéria do Caderno Construção da Folha de São Paulo com informes do Instituto do Bambú.
(clique nos banners)


Escrito por arquiteto às 20h44
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Um estudo no Sketchup

clique na imagem
(video AVI - Windows Media Player - baixe aqui)
Escrito por arquiteto às 20h10
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__Sobre Habitações Populares__
clique no texto
Escrito por arquiteto às 22h06
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Ao dividirmos o projeto exemplo de duas águas para que ele possa se acomodar melhor ao terreno,
pelo meio, e nos dois sentidos,

Obtemos uma infinidade de possibilidades...

Escrito por arquiteto às 20h15
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Filme com a evolução do sistema urbano fractal possível
Escrito por arquiteto às 04h28
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Sobre a escolha de uma estrutura envolvente e autoportante...
Oscar

Escrito por arquiteto às 19h25
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E continuando com a conversa sobre habitação popular...






Caros Colegas:
Interesante solución... la he puesto en practica hace seis años en La Plata...
Un diseño idéntico para una vivienda unifamiliar.
Generalidades comentadas:
El hacer doble uso de un plano curvo (cubierta / pared) puede resultar muy económico. Es inteligente el uso de la forma autoportante y garantiza un cobertizo seguro ante las inclemencias climáticas, además la resultante estética es agradable y no tan estandard. Las posibilidades de juegos de volúmenes enriquecen al conjunto... (¿ es pretencioso pensar en una racionalización de la forma curva de Gaudí?) ...
Los cierres laterales (tímpanos) tienen su complejidad, una incorrecta elección de los materiales puede hacer anti-económico al proyecto. Si se trata de paneles prefabricados, su transporte no es cómodo, los espacios residuales (aire) pagan transporte, hay que evaluar ese costo... pero la rapidez de montaje implica una economía. En este sentido las placas "planas" son mas racionales...
Un abrazo, Scatto

Que tal pensar em uma forma dinâmica, "vestindo" também algumas empenas?
Um módulo triangular potencializaria a economia, e poderia ser executado de variadas maneiras.
Uma armação repetindo 3 vezes o mesmo perfil, ou placas (que podem ser industrializadas ou moldadas "in loco"), do bambu até a casca de barro eletrocutado que você nos mostrou, passando pelo PU, são muitas opções, algumas delas viabilizadas só pela escala... Certamente a melhor possibilidade econômica também terá algo mais que ver com o local, clima, topografia, povo, recursos e costumes.
Scatto, seu desenho tem uma linguagem que há muito vínhamos procurando, o bom humor que você imprime é fundamental! Junto uma imagem de uma geodésica bem fácil de usar, está só com 16 cores.
Uma pergunta para todos: no caso de uma modulação triangular, que medida vocês escolheriam para um triângulo isóceles?
Uns comentários: não acho pretencioso não, e o "upss!" se entendi direito, você parece se preocupar com alguma possível infiltração, é isso? Um rincão plano como o do desenho do G.Lopes me preocuparia, parece-me mais apropriado para captação de água pluvial, o que em algumas regiões pode ser uma vantagem, mas a partir de um volume vertical como o do teu projeto, a preocupação não me parece procedente...
Oscar


Escrito por arquiteto às 01h01
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É, talvez seja um costume meu antes de caçar algum pelo no ovo querer saber sua origem. Como você bem sabe. :-)
Mas de toda forma, tenho a impressão que você não notou ao final do texto que comentei o que considero de maior importância, o usuário. Enfim, o texto começa com exemplos de atuações nas direções que buscamos, além do site do arquiteto armênio, que me pareceu bastante sináptico, desenvolvendo um hotel com a intenção de valorizar questões que nos são caras com demonstrações aos usuários do hotel. Estou enganado novamente ou isso é interessante?
continuo à procura.
Escrito por arquiteto às 20h53
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Será que não estamos caçando pelo em ovo?
No texto você pergunta:
A sustentabilidade de um edifício prescinde da necessidade de um bairro sustentável, ou ainda de uma cidade sustentável?
Não seria a questão do ovo e da galinha? Também não seria razoável considerar se um bairro sustentável (ou uma cidade sustentável), podem prescindir de edifícios sustentáveis?
No fundo creio que se trata de dar sustentabilidade ao Homem, "um futuro não só possível como também desejável", não é isso?
Se do macro ao micro ou se do micro ao macro, não me parece que temos escolha! Se a medida pernanece sendo o homem (idealmente o indivíduo), corrija-me se erro: antes do mundo o lugar, antes da cidade o bairro, antes do edifício o espaço, e dentro dele o usuário.
Como talvez diria o Scatto, amanhã o homem, depois de amanhã, o mundo! :o)
Escrito por arquiteto às 20h52
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Passeando pelo Orkut topei com uma comunidade que discute a construção verde, aqui. Interessante reconhecer algumas de nossas preocupações em outros pontos do planeta. Mais interessante talvez, seja notar que é ainda uma busca. A necessidade de se utilizar o mínimo possível dos recursos naturais e financeiros além da busca por produtos não poluentes. Encontrei um arquiteto armênio, que está fazendo diversos estudos para um hotel que terá como foco o 'turismo sustentável'. Seu projeto é, de certa forma, aberto e permite que os visitantes interajam, veja aqui.
Em outra comunidade Sustainable Architecture há discussões também interessantes sobre o assunto, abaixo um trecho retirado do site da Universidade de Hong Kong, Departamento de Arquitetura, sobre o assunto:
Sustainable construction is defined as "the creation and responsible management of a healthy built environment based on resource efficient and ecological principles". Sustainably designed buildings aim to lessen their impact on our environment through energy and resource efficiency. It includes the following principles: - minimising non-renewable resource consumption - enhancing the natural environment - eliminating or minimising the use of toxins.
Enfim, deixo aqui algumas questões:
A sustentabilidade de um edifício prescinde da necessidade de um bairro sustentável, ou ainda de uma cidade sustentável?
Como construir uma único edifício ecologicamente responsável isolado e inserido em um sistema urbanístico que chega às vezes ser totalmente oposto aos princípios que regem a sustentabilidade?
A impressão que tive é que a busca por soluções ainda é muito focada em questões de materiais e tecnologia sendo ainda deficitária em outras discussões como a apresentada acima ou ainda na questão que, pessoalmente, considero primordial, o usuário. Talvez o hotel armênio com seu turismo sustentável seja uma boa oportunidade para se caminhar nesta direção.
Escrito por arquiteto às 04h12
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Estudo para loja em São Paulo
Escrito por arquiteto às 17h22
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I CONGRESSO VIRTUAL DE ARQUITETURA
"O ARQUITETO E A ARQUITETURA, NA ATUALIDADE E NO FUTURO"
"7 DIRETRIZES PARA COSTRUIR UM AMANHÃ"
Escrito por arquiteto às 01h38
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